Everything Must Go, de David Rush

Escondendo-se atrás do nome de Raymond Carver, o estreante David Rush escreveu e realizou o que apenas pode ser descrito como uma hora e meia de marasmo. Com um timing inacreditável, um indivíduo perde tudo no mesmo dia: o emprego, o carro da empresa, o serviço de telemóvel (por esclarecer fica qual o tarifário que permite esta proeza), a esposa, a casa e a conta bancária (que é congelada). Antes de deixá-lo, a mulher despejou todos os seus pertences no jardim e ele não tem outro remédio do que acampar à porta de casa.

O nome de Raymond Carver, escritor realista dos anos 60 e 70, ficará para sempre associado à sétima arte devido à obra-prima de Robert Altman Os Americanos (1993), baseada num entrelaçado de nove dos seus contos. Everything Must Go inspirou-se

Sem uma grama da intensidade, o filme segue Will Ferrell, actor capaz do pior na comédia e do mais comedido no drama. Este filme não é uma comédia, pelo que ele imita a prestação já dada

Everything Must Go 2010
O Evangelho Segundo Cinéfilo
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