Segunda-feira, Agosto 22, 2011

House Of The Rising Sun, de Brian Miller

Do ringue para a tela, mais um que se estatela. Dave Bautista (42 anos), Batista para os fãs da WWE, tenta pela segunda vez a sua sorte na sétima arte. Depois da trapalhice que foi The Wrong Side of Town (2009), regressa no maior low profile imaginável, o que faz alguma coisa pela sua credibilidade, mas não pelo entretenimento.

Bautista é um ex-polícia ex-condenado que serve de porteiro num casino ilegal. Quando o filho do gangster que gere o casino é morto num assalto ao cofre, tem de provar que não estava envolvido, encontrando os responsáveis. Então, arrasta-se por meia dúzia de lugares escusos, a pé ou de carro, com a mesma expressão de azar ao jogo e ao amor, até que o rolo de fita chegue ao fim. A única briga é curta e insatisfatória, com ênfase em curta e em insatisfatória. Amy Smart faz de ex-namorada, o que recorda Crank (2006), mas Bautista não é nenhum Jason Statham, nem Domic Purcell o mais carismático dos dois irmãos de Prison Break (2005-2009). Quanto a Danny Trejo, Machete (2010) chegou tarde demais na sua carreira para ter o impacto imaginado por Robert Rodriguez em 1994.

House Of The Rising Sun 2010

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