Ruído, de Henry Bean
A cacofonia urbana perturba muita gente, mas os alarmes automóveis perturbam muito mais o protagonista deste Noise, decidido a tornar-se vigilante de Nova Iorque contra o ruído indesejado, danificando veículos e deixando um autocolante personalizado como marca da sua vingança. Uma comédia frágil e superficial que deixa no ar a questão do envolvimento de Tim Robbins, habituado a papeis com mais carne onde morder.
Escrito e realizado por Henry Bean como a segunda parte de uma trilogia fanática, depois da perturbadora análise de um judeu neo nazi em The Believer (2001), chega este leve interlúdio que funciona para dar emprego à sempre escanzelada Bridget Moynahan e nos delicia com a farta cabeleira de Margarita Levieva, que no mesmo ano brilhou em Invisível. William Hurt e William Baldwin também lá andam, mas não fazem grande coisa.
Noise 2007
O Evangelho Segundo Cinéfilo
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