Quarta-feira, Janeiro 21, 2009

Outpost, de Steven Barker

Um cientista contrata um grupo de mercenários que o conduzam a um bunker secreto no meio do mato, algures na Europa de Leste. Uma vez no local, o grupo é atacado por espectros e morto um a um. Parece um argumento de sonho, mas esse é o primeiro equívoco.
Uma história simples é um dos pilares do cinema de terror, mas convém respeitar sempre alguma lógica interna, ou a sua ausência revela-se um calcanhar de Aquiles. Uma vez no silo, os mercenários vão despertar uma força fantasmagórica que irá dizimá-los, mas há demasiada incorência nos métodos empregues. Sendo comprovadamente criaturas indestrutíveis, não se percebe porque umas vezes atacam a céu aberto e em formação miltar, enquanto que outras se aproximam das vítimas pela calada. Fica por entender também porque optam por atacar individuais, quando são uma força consideravelmente superior em número.
A falta de consistência e o final pouco original afundam o primeiro filme de Steven Barker, apesar da cinematografia cuidada e da presença de Ray Stevenson, o próximo Punisher.
Outpost 2008

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