As Mulheres, de Diane English
Em casa de menina, menino não entra, parece ser o lema deste martírio de futilidade onde não se encontra a presença de um único homem, apesar de serem mencionados e criticados amiúde. As Mulheres tenta afirmar-se como uma comédia na onda de Sexo E A Cidade, até porque tem quatro protagonistas (e arrisca uma negra lésbica no lote) e perto do final inclui uma cena de parto com uma delas (Sexo E A Cidade – O Filme, 2008). São todas de meia idade e outrora de primeira apanha: Meg Ryan (com os mesmos lábios cheios de colagénio que em O Mundo das Mulheres), Anette Benning de pescoço pinguço, Debra Messing (faz de grávida, porque se perdeu nela toda a sensualidade ingénua dos primeiros tempos da série Will & Grace), Jada Pinkett-Smith e Eva Mendes.
Diane English realizou e assinou o argumento, baseado na peça teatral de Clare Boothe Luce, já um remake do homónimo de George Cukor, de 1939. Mesmo para quem goste de mulheres superficiais, entediantes, azedas, melodramáticas e pouco atraentes, As Mulheres será uma desilusão. Aos 60 anos, esta é a primeira vez que Diane English se senta atrás das câmaras, e há dez anos que não escrevia uma guião, para além de a sua especialidade ser televisiva (é a criadora de Murphy Brown, 1988-1998).
The Women 2008
O Evangelho Segundo Cinéfilo
2 Comments:
hmmm...As opiniões dividem-se:
http://tretasdavida.blogspot.com/2009/02/mulheres.html
OMG tu gostaste disto?!?
bem vinda ao meu humilde blog, minha musa de 1,76m que calça 37 :)***
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