Wackness – À Deriva, de Jonathan Levine
Escrito e realizado por Jonathan Levine (All The Boys Love Mandy Lane, 2006), este pequeno drama segue o verão de Luke, terminado o liceu e pronto a vender haxixe em redor de Nova Iorque enquanto não vai para a Universidade. Para além de cruzar-se com meia dúzia de personagens caricatas, ainda cria alguns laços com o seu terapeuta e cliente, que é pai da colega de liceu por quem está apaixonado. A história passa-se em 1994, o que apenas funciona para situar as roupas e a música hip hop, para além de o então presidente da Câmara Giulliani ocasionalmente insultado. De forma tosca e por vezes à pressão, espalham-se alguns eventos e sentimentos próprios de todas as idades, mas sem que o quadro fique muito bem composto.
No cômputo geral, é um filme banal sobre o fim da adolescência, com um protagonista sem a menor destreza (Josh Peck) e um Ben Kingsley a esforçar-se demasiado. Perfeitamente natural está Olivia Thirlby (a desinteressada paixão de Luke), e Famke Janssen (mulher do psicanalista) vem acumulando papeis de ausência, como é o caso do recente Busca Implacável (2008). referência uma curta aparição de Mary-Kate Olsen sem a sua irmã gémea Ashley.
The Wackness 2008
O Evangelho Segundo Cinéfilo
3 Comments:
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