Crepúsculo, de Catherine Hardwicke
Dos livros infanto-juvenis de Stephenie Meyer (sobre uma adolescente apaixonada por um vampiro) para o cinema demorou menos do que um chupão, mas nem todos os pescoços valem a pena morder. Insatisfeita com os guiões que lhe foram confiados, a MTV vendeu os direitos sobre a adaptação à Summitt Entertainment, que encolheu os ombros à dificuldade e aceitou o primeiro rabisco em papel higiénico que lhe apareceu à frente. Verdade seja dita, os próprios livros estão recheados de plotholes.
Catherine Hardwicke trazia no currículo duas empoladas fitas de adolescentes (Treze e Os Reis de Dogtown) e uma terrível fita de propaganda cristã (O Nascimento de Cristo), mas Crepúsculo é decididamente a pior nódoa numa toalha sem um único canto limpo. Se em Os Reis de Dogtown a sua única ideia de estilo era abanar constantemente a câmara, a realizadora opta agora por travelings desnecessários e por vezes mesmo inconvenientes. Mas especialmente gravosa é a incoerência narrativa e a total ignorância na direcção de actores, abandonados à sua sorte.
O romance entre Bella e Edward é forçado, mal elaborado e mal interpretado (a primeira vez que Edward vê Bella, tem-se a nítida sensação de que vai vomitar; se isto é prenúncio de amor, não auspicia nada de bom para o futuro da relação). Kristin Stewart, como Bella, demonstra limitações inimagináveis em concentração, interesse, paixão e até em manter os olhos abertos. Robert Pattinson, como o vampiro Edward, tem uma prestação inconstante, mas eventualmente acaba por engrenar. Cam Gigandet, já completamente typecasted como bad boy desde a série OC e Never Back Down, não aproveita o diminuto tempo de antena.
Crepúsculo é um filme trôpego, sem visão, sem compromisso, com uma realização ausente, representações de ensaio geral (para revelarem emoção e intensidade, os protagonistas simulam uma convulsão antes de cada frase; se foram assim instruídos, deveria ter-lhes sido comunicado que convinha interiorizarem a lição, para que fosse natural e não mecânica), diálogos e história medíocres e efeitos especiais ao nível da série Smallville (é notória a utilização de cabos nas cenas de saltos).
Agora, o que dizer da história de amor propriamente dita? Uma versão de boy meets girl em que o moço tem 107 anos e é vampiro. Por entender fica o que é que viu na cachopa, cujo único traço distintivo é ele não conseguir ler-lhe os pensamentos. Quando lhe revela que já matou pessoas e ela responde que isso não importa, está explicado o ingrediente secreto do amor: ou ela não pensa de todo, ou é uma jovem sociopata em potência.
Carter Burwell, o compositor recorrente dos irmãos Cohen (ainda no mesmo ano abrilhantou a comédia de espionagem Destruir Depois De Ler), injecta sensibilidade, agressividade e sensualidade num objecto que, por inépcia de todos os restantes envolvidos, não consegue acompanhar as suas melodias.
Twilight 2008
O Evangelho Segundo Cinéfilo
32 Comments:
(a primeira vez que Edward vê Bella, tem-se a nítida sensação de que vai vomitar; se isto é prenúncio de amor, não auspicia nada de bom para o futuro da relação)
Esse comentário só revelou a ignorância que o senhor tem neste assunto...aconselhava-o primeiro a ler o livro para depois perceber e comentar de forma mais eficaz o filme ;).. uma pista; o edward não se apaixona logo pela Belle...No caso dele não foi amor à 1 vista e a cena passa-se exactamente como no livro (uma das poucas cenas fieis à história) e ele mete a mão em frente à boca não como um vomito, mas sim pela vontade que tem em lhe morder e esse sentimento sim, enoja-o (contudo ele só percebe que é esse sentimento que o enoja e não propriamente a belle mais tarde). Devo dizer que sim, realmente o filme deixou muito a desejar, mas não pelas razões que mencionou (pelo menos, grande parte). Para mim pecou pelo sentido "smallville" que deram ao filme (nisto concordo consigo), pelo “açucarado” exagerado entre outras falhas no guião e direcção do mesmo... e sem dúvida, pela protagonista, a Belle.. que pouco tem a haver com o livro e é uma péssima actriz cuja expressão é só lhe conhecida uma durante todo o filme... é de se louvar o actor que interpretou o Edward, pois não tinha tanto por onde se agarrar (tendo em conta que todo o livro é contado pela belle assim sendo, o que se sabe do edward é apenas o que vai sendo descrito por ela, que é obcecada por ele) mas mesmo assim saiu um Edward que todos os fas de crepúsculo imaginavam e olhe que quando se soube que iria ser o Robert Pattinson a interpretá-lo a recepção não foi das melhores...ao contrario da actriz que interpretou a belle, mas que ficou aquém das expectativas. Em resumo, ele foi A surpresa agradável, a belle A desilusão e o filme.. um misto das duas coisas.
cumprimentos,
Liliana.
Querida Liliana, uns paragrafozitos teriam ajudado à sistematização das ideias, mas OK :)
Antes de mais, sobre a minha ignorância face ao livro em que se baseia o filme, os americanos têm a expressão "ignorance is bliss" que neste caso é mesmo conveniente.
de qualquer forma, quando um filme precisa do livro para se equilibrar, é porque não se aguenta sozinho.
quanto ao nojo que edward sentiu ao ver bella pela primeira vez... ele parece realmente com vómitos e isso foi ridículo. se ele se sentiu mal por tê-la desejado, isso pedia uma composição facial totalmente diferente.
e nunca se chega a perceber porque é que ele a desejou tanto nesse primeiro momento. a única justificação que ele deu para gostar dela foi não conseguir ouvir-lhe os pensamentos.
a história que sobra é igualmente ridícula de tão apressada. James aparece do nada e decide que quer caçar bella só por desporto. a família cullen sabe que James NUNCA irá desistir e que ele é um tracker (por isso eventualmente irá apanhá-la), mas em vez de a protegerem no seu território (por exemplo, em casa deles, na montanha), preferem dividir-se para serem presas mais fáceis. e apesar de terem uma audição acima da média, nem ouvem o telefonema de James nem a ouvem sair de casa. Ja sabem o local onde James vai atacar por causa da cullen que vê o futuro, mas mesmo assim não chegam a tempo.
a Kristin Stewart prova ser mesmo má actriz e o Robert Pattinson safa-se, mas de início patina um bocado. os outros não têm ao que se agarrar, sendo inclusivamente a família Cullen demasiado secundarizada (dos outros vampiros adolescentes quase só se sabem os nomes).
enfim, um filme para esquecer. uma história ridícula, inerpretações medíocres e efeitos especiais de caca.
voltando aos conselhos para que leia o livro para perceber o filme, remeto para um filme mil vezes melhor do que Twilight, também e vampiros adolescentes: Let the Right One In, de 2008.
O guião deste filme foi escrito pelo autor do livro, mas simplificando muitas coisas, incluindo deixar a idade da vampira em suspenso, quando no livro se sabe que tem mais de 200 anos. Mas quem é que diz que no filme a idade dela não foi alterada? Há, aliás, o hábito de alterar as histórias dos filmes até durante as filmagens.
depois de dois comentários face à critica que liliana apontou...e ainda não leu o livro?!Se calhar devia. Alem disso ainda vai buscar um outro filme como comparação que tambem se baseia num livro...então e a afirmação que fez atrás dizendo que "quando um filme precisa do livro para se equilibrar, é porque não se aguenta sozinho"? Está a começar a entrar em contradição com o que diz, tenha cuidado.
Separando as ideias para ajudar á reflexão do amigo que pelos vistos é limitado, o filme teva muitas falhas tanto na concepção das cenas, como na escolha dos actores. O resumo não entendido que o filme faz, apenas é percebido pela leitura do livro, o que na realidade revela uma falta de atenção enorme!
Mas pode ser que aprendam com o eero e o segundo filme venha melhor.
Caro anónimo,
o seu comentário dá-me vontade de rir. se ainda não li o livro? eu não pego em lixo só porque me falam nele...
os livros da catherine são considerados fan fiction sem valor literário, escritos para um público adolescente pouco exigente, repetitivos nas tramas e na relação que não desenvolve entre uma miúda parva e um vampiro de 107 anos que ainda é virgem ... falem-me em abstinência.
sendo o filme tão mau, que motivação teria eu para ler o livro?
antes de lançar-se em mais discursos sobre contradições, leia, se faz favor, com mais atenção, o segundo parágrafo do comentário em que menciono o filme Let The Right One In. Vai perceber que não houve qualquer contradição. Se não perceber, o próximo amigo limitado que vir vai estar a encará-lo do outro lado do espelho.
O que eu disse foi que os filmes alteram muitas vezes elementos do livro em que se baseiam, pelo que ler um livro pode não ajudar a entender um filme.
e já que gosta de twilight, recomendo-lhe precisamente este outro filme, muito longe de ser uma obra-prima, mas muito mais perto da perfeição do que a pessegada entre bella e edward.
trata-se precisamente de um filme que se aguenta sozinho, apesar de baseado num livro, e se ler o livro vai verificar inúmeras diferenças.
E o anónimo tenha em consideração que não somos amigos, porque eu sei o nome de todos os meus amigos.
Ainda não pude ler o livro, mas o filme é incrivel, eu o amei
Irei comprar os livros e espero que saia logo o segundo filme "lua nova"
Sou uma fã louca da história de Edward e Bella. Tenho os livros e realmente sou apaixonada pela série. Mas concordo em alguns pontos. O andamento do filme é confuso, meio fora de ordem. Difícil de acompanhar e corrido demais. E a atriz, bom, até gosto dela, mas é realmente inexpressiva em muitas cenas. E o relacionamento entre eles é quase frio, ao ponto que nos livros Edward é extremamente carinhoso com Bella. Mas acho que o senhor deveria pegar um pouco mais leve. Gostei do filme, apesar da pouca fidelidade ao livro, e estou ansiosa pela sequencia. PS: a musica do Carter Burwell (Bella's Lullaby) é linda, peguei até a partitura pra tocar no piano...
Nossa...então Twilight não é uma obra literária...ohhhhh...Alouuuu gente, vamos entender que é um livro para adolescentes com uma história bem leve e agradável de se ler...
O filme tb...acho que é ótimo resgatar nos jovens as histórias de amor...Para que tanta energia ruim e radicalismo? A escência é outra e tentem encontra-la, irá te fazer bem, garanto!
Ou volte para os clássicos da literatura como Pride & Prejudice (livro e filme)...ou o Anjo exterminador de Luis Buñuel para vc ficar refletindo em algo seríssimo...tem tb David Lynch com Lost Highway e etc..."cada um com seu cada um" em seu momento "x" não é?
;oP
Adoro agua com açucar de vez em quando...tão bommm....ai...ai....
Kissesss
;o***
Adoro Orgulho e Preconceito. O livro é citado no livro de Steph...Eu creio que Crepusculo não tenha sido um bom filme. Mas o livro é lindo. A forma como Steph escreve é muito simples e me fez ler um livro inteiro em um dia. Nao podemos dizer que a saga chega aos pés de Senhor dos Aneis ou Harry Potter, mas fará sucesso.
Sobre ser agua com açucar,concordo...Vampiro benbendo sangue de animal é dose.
Ultimo comentario...Robert salva o filme porque é um senhor homem...
Abraços
Senhor homem= um homem muito lindo
kkkkkkkkkkkkk
Ja que estou aqui outra vez...
Queria perguntar a Ricardo se ele ja leu Formaturas infernais...Já?
Olá, Sophie. não li Formaturas Infernais nem conhecia. contos de terror no feminino com a prom night como evento despoletador? não sei, não...
de resto, não sou apreciador de livros de curtas, tenho sempre a sensação de que as histórias são demasiado apressadas para chegarem ao twist final.
Meu amigo secalhar era mesmo melhor ler o livro!!
O Edward sente-se enojado sim e leva a mão há boca mas porque o aroma do sangue de Bella é Muito Bom!! (Ao contrário da Sua Crónica)!!!
Sim o filme deixou muito a desejar mas Você disse que se um filme que se baseia no livro nao e bom, bem engana-se!! Ollhe o exemplo do Senhor dos Aneis e até hannibal e também O Perfume!!!
Há e por favor, Leia o Livro!! Pelo menos critica mas com sabedoria!!
hahaha, Cetinha, minha amiga, para que vou eu ler um livro de um filme que detestei? não faz sentido. se tivesse gostado do filme era provável que tivesse curiosidade. assim, vade retro.
O dicionário da porto editora diz-me que nojo quer dizer repulsa, repugnância, asco e náusea. Se o aroma do sangue de Bella fosse bom, ele não se sentiria enojado, palavra usada por ti. Se me cheirar a tiramisu ou a língua de vaca estufada, isso é bom, não me deixa enojado.
quanto à dicotomia livro/filme, não entendeste o que eu disse.
para criticar o filme, não é preciso ler o livro. em momento algum fiz uma comparação entre livro e filme. se o tivesse feito, teria de ter lido. como só falei do filme, só o filme tinha de dar provas. não dá.
leste mais alguma crítica ou caíste aqui de pára-quedas? lê mais. podes gostar de outros textos. pode até haver alguns que eu gostei e tu não. e outros de que li o livro ...
este filme é mesmo uma treta, não consigo perceber o porquê de tanto sucesso. mas ok...
De qualquer maneira vou a estreia do lua nova, a ver se o segundo salva a honra do convento.
nem todos os conventos merecem um memorial :D
este filme é péssimo, a lua nova só vou ver quando calhar. vais vê-lo ao cinema?
sim, vou vê-lo no cinema.
aindo vou tentar arranjar umas entradas para a ante-estreia.
eu só vou mesmo porque tenho amigas que já leram os livros todos e dá-lhes uma coisa se não forem:P
hoje apercebi-me de que ainda não vi o último harry potter. dou a mesma importância à saga crepúsculo.
eu do harry potter só vi o primeiro. não gostei.
não perdes nada de importante:P
pois, eu sei, mas também é uma saaaaaaaaga de pôr a miudagem histérica.
pois é, eu nunca consigo perceber porquê.
o segredo deve estar nos livros, porque os filmes nunca me encheram as medidas, são muito simplórios.
se assim for eu vou ficar histérica tambem:P
tenho de ler o crepusculo e o lua nova antes do segundo estrear.
estava a falar dos livros do harry potter, não do crepúsculo. o eolo do livejournal disse-me que os livros são péssimos.
harry potter não li nenhum.
os outros vou ler porque disse que os lia.
toda a gente que eu sei que leu adorou os livros.
tudo gente da tua idade?
mais ou menos.
mas a idade não tem nada a ver com gostar ou não.
claro que tem. não gostaste d'Os Cinco ou da Colecção Uma Aventura? Sim, porque estavas na idade certa para esses livros. Se eu hoje fosse ler um livro da Isabel Alçada e da outra, ia achar para crianças.
Até leres o Drácula do Bram Stoker ou os melhores livros da Anne Rice, qualquer Crepúsculo pode parecer uma decente história de vampiros. Mas depois de leres os clássicos, a Stephanie Meyers passa para light.
não gostei de nenhum desses, estava na idade mas nem todos lemos o mesmo.
eu alguma vez disse que a Meyers não era light?
bem pelo contrario, acho que é demasiado light. mas é uma leitura que tambem faz falta.
Encontrei hoje este blog e estive a ler algumas das críticas feitas a filmes. Tenho de reconhecer que concordei com 90% delas. Relativamente às outras 10%... bem, gostos são gostos e não se discutem, muito embora acredite que a maneira como vemos determinado filme tem a ver com a disposição com que estamos nesse dia.
Não pude contudo, resistir a ler as críticas a este filme.
O filme está longe de ser uma obra prima. E peca, como em muitas adaptações de livros, por não ter o cuidado de explicar partes da história, como é o caso da cena em que Edward leva a mão à boca, quando vê Bella. É evidente que quem vê esta cena sem ter lido antes o livro, fica desconcertado. E a verdade é que ninguém é obrigado a ler o livro antes de ver o filme. Nesta parte, há que dar alguma razão ao autor da crítica. A literatura e o cinema são duas artes diferentes. Daí o filme ter a obrigação de não precisar das explicações do livro para ser coerente.
E também é verdade que os actores parecem andar perdidos ao longo da história e a actriz que representa Bella não consegue entrar na personagem.
A relação amorosa entre as duas personagens, ao ser incompreensivelmente fria, contrasta, em muito, com a intensidade da relação descrita no livro. Um dos pontos mais atraentes da história (do livro) é o constante sofrimento de Edward, que tem de se conter constantemente para não fazer de Bella a sua refeição.
E a maneira como o filme atropela a cena da clareira.? As fãs do livro percebem o que eu estou a dizer.
Contudo, uma coisa é o filme, cujas falhas já foram apontadas nesta crítica, outra, bem distinta é o livro.
Embora considere que muitas vezes a autora se prolongue demasiado em partes da história que podiam ser mais resumidas, muitas delas, diga-se, desnecessárias, criando algum cansaço em quem está a ler, a verdade é que a simplicidade da escrita consegue fazer esquecer essas partes. E as fãs não me venham dizer que isto é mentira, pois bem sei que quando relêem os livros, saltam estas partes.
Agora, dizer que os livros são maus e que apenas têm sucesso por se destinarem a um público juvenil pouco exigente… Bem, isso parece-me absurdo e negligente. Agora, se me disserem que os livros se destinam para o sexo feminino, já concordo. E é engraçado, como o autor da crítica toca num ponto (sem ter lido o livro) que, me parece, ser o segredo de tanto sucesso. Que é que Edward vê em Bella? Como é que uma rapariga, aparentemente, sem graça, desastrada, ingénua, complicada por natureza e com uma falta de auto – confiança incompreensível, consegue dominar um ser superior e inalcançável?.
Parece-me, a mim, que é aqui que a escritora conseguiu cativar a atenção das suas mais acérrimas leitoras que, ainda que não o reconheçam, lá no fundo se identificam com a personagem. Bem, o resto vem por dedução lógica.
Quanto à história, penso que compará-la à história de Oskar é um pouco rebuscado (filme que adorei, muito embora considere que podia ter outro ritmo), pois não tem nada a ver, muito embora ambos versem sobre relações entre humanos e vampiros. Só que dos doze anos de idade para os 17 anos de idade vai uma diferença enorme, em todos os aspectos.
Por último, não sei se percebi bem (e perdoe-me se é esse o caso) mas dizer que os livros do Harry Potter são maus, parece-me demasiado negligente para deixar passar. Sete livros, completamente entrelaçados entre eles e através dos quais a respectiva autora criou um mundo completamente à parte do nosso, não é algo fácil. Uma coisa á não gostar do tipo de história, outra coisa bem diferente é fazer comentários desse tipo.
Por último, (sei que não é este o sítio certo) mas já viu o filme actividade paranormal? É tão bom quanto dizem? Ou é mais um produto final de uma longa e articulada campanha de Marketing?
Olá, Bala.
Benditos 90%, então :)
Quanto à Bella, detestei-a, e é preciso muito para isso, porque eu gostei de vê-la no Into The Wild e no Messengers (no Panic Room achava que era um rapaz).
Quanto ao Oskar, temos uma vampira que pode ser tão velha quanto Edward e um adolescente na puberdade. Não tem 17 anos, mas os tempos são outros e, apesar da candura, aos 11 anos eu já me sentia atraído por colegas de escola. a diferença não é assim tão grande. além de que estudos americanos concluem que a maioria dos americanos com 11 anos já não é virgem.
Sobre o Let The Right One In, também a crítica anda por estas páginas.
O Harry Potter não é mencionado na crítica ao Crepúsculo, apenas na minha conversa com a Sam. E só me refiro aos filmes e não aos livros. Acho os filmes meras ilustrações falhadas de um universo muito mais abrangente.
O filme Paranormal Activity ainda não está disponível, só em alguns selected theatres americanos. já pedi uma cópia à Paramount, mas não obtive resposta. As críticas têm sido boas, mas até o ver, hype é só ar quente.
Acabei de ver o remake do Padrasto Assassino e é muito pior do que o original. Terry O'Quinn continua a ser o único Deus.
eu li o crepusculo e fiquei com pouca ou nenhuma vontade de continuar a saga.
a histórica é cliché (dar brilho ao vampiros nao me chega como originalidade), incongruente, confusa, lamechas, demasiado desesperada para ser um sucesso.
por isto é que quando vi o filme até fiquei surpreendida com o resultado, porque esperava pior.
ainda assim concordo tanto com isto:
"para revelarem emoção e intensidade, os protagonistas simulam uma convulsão antes de cada frase"
e isto:
"Uma versão de boy meets girl em que o moço tem 107 anos e é vampiro"
e mais isto:
"efeitos especiais ao nível da série Smallville"
ah e acerca disto que foi dito em cima por "liliana":
"Esse comentário só revelou a ignorância que o senhor tem neste assunto...aconselhava-o primeiro a ler o livro para depois perceber e comentar de forma mais eficaz o filme"
Quando se precisa de ler o livro para perceber o filme é porque este último é à partida muito mau.
angst, não sei como é possível esperar pior de Crespúsculo :D
o celibato é uma coisa muito bonita, mas um homem que aguenta não ter sexo durante 107 anos só pode ser impotente ...
e querer casar antes de ter sexo... o que é que interessa a um vampiro o casamento? este é um contrato social e o vampiro não se rege por esses cânones.
a história de amor é tão pindérica. ao menos no 2 introduziram o conceito de triângulo amoroso, que aquilo estava mesmo estagnado.
o cam gigandet de rabo de cavalo é horrível.
o dr cullen devia ter mais imponência.
e isto são meros comentários de quem fez zapping este domingo, na SIC.
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