Loucuras em Las Vegas, de Tom Vaughan

A premissa é tão imbecil quanto os postulados da Igreja Católica em relação ao casamento. Para punir dois desconhecidos que, em Las Vegas, se casaram em estado de total embriaguez, o juiz, em vez de aceitar o pedido de divórcio que ambos desejam no dia seguinte, obriga-os a tentarem tudo para que o casamento funcione e que só ao fim de seis meses lhes concederá a separação, se ainda a quiserem. Em causa está um jackpot de três milhões de dólares, jogado pelo marido numa slot machine, com uma moeda da esposa, que ela quer dividido e ele não.
Já se sabe como a história termina, mas era escusado que o miolo fosse de tal modo intragável que nem os pombos do parque o quisessem debicar. Ashton Kutcher começa a parecer um daqueles adolescentes da antiga série Beverly Hills 90210, que eram interpretados por trintões, e Cameron Diaz também vai ficando colada à imagem de loira burra em filmes de fraca memória. Sem uma única cena que retire o filme da total apatia, a única coisa que pode pedir-se é que as pipocas sejam boas, porque o resto ...

What Happens In Vegas 2008
O Evangelho Segundo Cinéfilo
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